quarta-feira, 11 de março de 2009

CAMELÔ É AGREDIDO POR SEGURANÇAS DA SUPERVIA


Texto : Juliana Crespo - Técnicas de Reportagem - Equipe Rubi

O ambulante Thiago da Conceição, 22 anos, foi agredido nesta quarta-feira, por volta das 17h25, na plataforma da estação de trem de Madureira por seguranças da SuperVia. "Levei uma paulada na cabeça. Eles queriam recolher a minha mercadoria e saí correndo para que eles não pegassem. Então me espancaram", denunciou a vítima, que estava com um ferimento na cabeça.

4 comentários

Cássio Cornachi - Técnicas de Reportagem Tarde - EQUIPE RUBI disse...

Nossa, quem escreveu isso?

Jiló Press disse...

Também não sei. Foi uma postagem anônima...
Ricardo França
(Editor-chefe)

Mickael Magalhães disse...

Desprezando um pouco o fato da autoria desconhecida da nota, deixo aqui minha indignação perante aos membros da SUPERVIA, já que apesar de ser realmente uma prática desprezível e não concorde, eu COMPREENDO . afinal, pior seria se eles estivessem roubando os usuarios da empresa. As alegações da administração são sempre que ora os vendedores "ilegais" fazem sujeira nos vagões, e ora que a supervia não pode garantir a procedência dos produtos... Diversas vezes me deparei com a situação de pessoas jogando lixo no chão como se ninguem estivesse olhando. O pior é é quando vc sai cansado do trabalho, busca um lugar pra sentar e esse lugar está "reservado" para alguém. Um dia que eu estiver nervoso, não vou pensar duas vezes em dar voz de prisão em algum indivíduo(a) desses por EXERCÍCIO ARBITRÁRIO DAS PRÓPRIAS RAZÕES (art. 345 CP). Mas é uma mera questão de cultura.

Meu nome é Mickael Magalhães, e sou o futuro Cônjuge da chefe de reportagem da equipe esmeralda Camila Claros. Espero ter a oportunidade de assistir uma(s) aula(s) com os Ilmos professores Ricardo França e alguns outros.

Saudações

Mickael Magalhães disse...

Esclarecendo: Fico indignado com a atitude da administração e seus funcionários em "apreenderem" a mercadoria do humilde trabalhador. Entendo que o único que tem JURISDIÇÂO (ou seja, poder/dever) de apreender algo é o poder público

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